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Leia a CopyLetter #089 ouvindo:
Eagles - “Hotel California”

A maioria das pessoas acha que vencer o jogo é continuar a vencer para sempre…

  • Querem mais dinheiro…

  • Mais reconhecimento…

  • Mais prova de que está “na frente” da grande massa…

Aí o placar vira identidade… o jogo vira a vida da pessoa.

E é justamente aí que mora o perigo.

Porque por trás dessa corrida toda, existe uma verdade mais profunda… e ela é quase o OPOSTO de tudo o que te empurraram a perseguir a vida inteira:

A verdade é…

Você vence o jogo pra poder se libertar dele.

- Naval Ravikant

Não pra jogar pra sempre… mas pra chegar ao ponto em que você simplesmente não precisa mais jogar.

Você sabe muito bem que os jogos existem, querendo ou não…

Tem o jogo do dinheiro: “o faturamento que precisa ser maior que o do mês passado, todo mês, pra sempre”

Tem o jogo do status: “o número de seguidores, o print do "7 em 7", o palco maior, o relógio que aparece no story, a mansão, o iate…”

Tem o jogo da comparação: “abrir o Instagram e medir a sua vida inteira pela vitrine editada da vida do outro…”

E ainda tem o jogo da carreira, o jogo da audiência, o jogo do "quem lançou mais essa semana".

E você nasce dentro deles… e a cada etapa da vida, um desses jogos consome sua mente e sua alma.

Fingir que eles não importam não te torna iluminado; te torna vulnerável.

Pois, se você não entende as regras, elas continuam valendo.

E se você se recusar a jogar, vai perder por W.O., infelizmente!

Só que existe uma armadilha pior do que ignorar o jogo:

É confundir o jogo com a vida.

Porque todo jogo é desenhado pra te fisgar.

Ele te dá um “placar” e um “quadro negro” para você ir anotando suas (possíveis) conquistas:

  • O número na conta bancária…

  • Os likes das redes sociais…

  • A barrinha de vendas subindo ao vivo no dia do lançamento…

Tudo isso te dá feedback na hora, validação e ainda te aponta exatamente o que perseguir em seguida.

E é justamente por isso que vicia: o jogo te entrega uma clareza que a vida real nunca te dá. A vida é confusa, lenta, sem placar… o jogo é nítido.

Bateu a meta, vem a descarga de dopamina. Bateu a próxima, vem de novo.

Aí, sem você perceber, a régua entorta:

Você para de medir o seu dia pelo quanto viveu… e passa a medir pelo quanto o ponteiro subiu.

Até o dia em que o jogo deixa de ser algo que você joga… e vira algo que joga com você.

Quando isso acontece, as suas escolhas encolhem.

Você não consegue parar… não consegue desacelerar, não consegue dizer não.

Continua jogando não porque quer, mas porque precisa.

A essa altura, o jogo e o ego são donos de você.

Você vira funcionário do próprio sucesso.

Sua vida no Excel está linda…

Mas sua vida privada está na… privada!

(Me desculpe o trocadalho do carilho)

Quando você entende que sua vida pede mais de você, começa a perceber que vencer (no sentido de verdade) não tem nada a ver com ego nem com status…

Mas sim, com alavancagem e opção de escolha.

O dinheiro não importa pelo que ele compra… importa pelo que ele tira de cima de você: dependência, medo, urgência.

A habilidade que você constrói não vale pra impressionar ninguém… vale porque te deixa autossuficiente, sem ter que pedir licença.

Junta os dois, e você sai do modo sobrevivência: vira dono de si, das suas escolhas, e começa a escrever as regras do SEU jogo — independentemente do que o mundo te cobrar.

Porque o prêmio nunca foi estar na frente no placar…

é poder se levantar da mesa que já não te serve.

E aqui mora o ponto que separa isso de papo de coach de terno e gravata com um carrão no fundo da foto:

Largar tudo SEM ter vencido não é liberdade.

Tem gente que rejeita dinheiro, ambição e competição e chama isso de liberdade.

Mas escassez NÃO É libertação.

Se você se retira sem alavancagem, continua preso do mesmo jeito… só que agora preso pela falta (em vez de preso pelo excesso).

Liberdade de verdade não vem da negação… Da revolta… Vem da transcendência.

Você joga bem e por tempo suficiente, até o jogo deixar de ter poder sobre você.

Por muito tempo tentaram te vender a ideia de que você só pode:

1) Ganhar dinheiro da maneira mais fria e sofrida possível… ou

2) Precisa largar o dinheiro e correr pra espiritualidade e desenvolvimento pessoal…

Ninguém te falou do caminho do meio onde realmente é possível, sim, fazer dinheiro…

E SEM ABRIR MÃO do desenvolvimento pessoal e do seu propósito (palavra bonita que ficou banalizada no digital, infelizmente).

E é exatamente por isso que existe o Master Heroes.

(Sim, hoje tem CTA. Mas só porque esse texto aí em cima é a alma do que a gente faz lá dentro.)

O Heroes é o mastermind que eu, o Henrique Carvalho e o Gian estamos construindo com muito carinho

Um lugar pra quem já escalou o negócio, fatura alto… e chegou lá sem saber muito bem pra onde ir.

  • De que adianta escalar o faturamento e acabar com a própria vida?

  • De que adianta ter número pra mostrar pro mundo inteiro… e não ter com quem comemorar do lado?

A frase que vira o jogo lá dentro é essa:

Modelo de vida vem antes do modelo de negócio.

A gente cuida do CPF antes de cuidar do CNPJ.

É o que chamamos de ROL — return of lifestyleacima do ROI.

Porque algumas das coisas mais importantes da vida NÃO cabem no Excel.

Então, fica aqui o meu convite:

That's it.

Até amanhã.

Peace ✌️

– Lucão

P.S.: Money is a game. Status is a game. Até o sucesso é um game.

» Liberdade é o que sobra quando você prova pra você mesmo que não precisa mais continuar jogando.

💡Por dentro da caverna

📖 O que estou lendo: Everybody Writes - Ann Handley

📺 O que estou assistindo: COPA DO MUNDO! Começou essa belezura chamada COPA DO MUNDO!

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✍️ Escrita por mim, Lucão
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