In partnership with

Foto do último encontro do Master Heroes -
Floripa Beach – agosto de 2026

Leia a CopyLetter #118 ouvindo:
The Beatles — "Come Together"

Se amanhã a Meta, o Google, Anthropic (Claude) ou a OpenAI (ChatGPT) lançarem de graça o que você vende hoje

Quantos por cento dos seus clientes somem em 90 dias?

Essa pergunta não é minha, é do Pedro Superti

E ele soltou essa bomba há duas semanas no Master Heroes (nosso mastermind aqui em Floripa) para o grupo inteiro, sem aviso prévio.

E o silêncio que veio depois disse mais do que qualquer resposta.

Os 3 níveis de negócio

O Pedro trouxe um framework que parece simples quando você ouve, mas muda o jeito como você enxerga TUDO.

Na era da IA, existem 3 tipos de negócio:

Os 3 níveis de negócio na era da IA: funcionalidade exposta ao clima, plataforma que orquestra quem joga e ecossistema que cria o próprio clima

Os 3 níveis de negócio na era da IA: funcionalidade exposta ao clima, plataforma que orquestra quem joga e ecossistema que cria o próprio clima

1 - O primeiro é a funcionalidade

Faz uma única coisa; tem uma única feature… E quem está uma camada acima pode te engolir amanhã de manhã.

Um exemplo concreto: lembra de todos aqueles apps de

  • "IA que transcreve sua reunião"

  • "IA que gera imagens a partir de texto"?

Startups inteiras foram construídas ao redor de UMA funcionalidade, levantaram investimento, montaram equipe, venderam assinatura mensal…

Aí a OpenAI lançou o ChatGPT. A Anthropic lançou o Claude. O Google lançou o Gemini. A xAI, do Elon Musk, lançou o Grok.

E de repente, cada uma dessas empresas entregou de graça — ou quase — o que aquelas startups cobravam R$100/mês pra fazer.

O que antes era um produto inteiro virou uma feature em algo maior.

É isso que acontece quando você é uma funcionalidade: você não decide quando o jogo acaba. Quem decide é quem está acima de você.

E na velocidade com que essas empresas estão lançando coisas novas toda semana… o prazo de validade de uma funcionalidade nunca foi tão curto.

2 - O segundo é a plataforma

Jogo coletivo de empresas como Shopify, YouTube, Skool, o próprio beehiiv. Aqui você não executa sozinho, você monta a estrutura onde OUTROS jogam.

Criadores criam, leitores leem, anunciantes pagam… e a plataforma orquestra tudo e cresce junto com quem está dentro dela.

É outra mentalidade: você para de pensar na unidade e começa a pensar em como fazer todos os participantes ganharem, porque quando o coletivo sobe, a plataforma sobe junto.

3 - O terceiro é o ecossistema

Duas ou mais coisas que se alimentam. Por exemplo:

  • Apple tem iPhone + App Store + Watch.

  • Amazon tem Marketplace + AWS + Prime.

  • Um serviço reforça o outro, que reforça o outro, e você continua sempre comprando a próxima “peça que falta” do ecossistema.

A frase do Pedro que ficou grudada na minha cabeça:

Funcionalidade é exposta ao clima. Ecossistema cria o próprio clima.

Se você tá vendendo uma funcionalidade… você tá num jogo que fica mais difícil a cada atualização de IA.

Agora, se você tá construindo um ecossistema, as regras são SUAS.

Onde o seu funil termina, o de outra empresa começa

Agora, antes de você falar:

"Beleza, Lucão, mas eu não sou a Apple, não tenho bilhões no banco"…

Calma.

Porque aqui é onde a coisa fica realmente interessante, e onde entra uma frase que o Gian soltou nesse mesmo encontro:

Onde o meu funil termina, pode ser o começo do funil de uma outra empresa — e vice-versa.

O ecossistema não precisa ser construído inteiramente dentro de uma única empresa.

Antigamente fazia sentido montar um time grande e internalizar tudo, porque a execução era cara e escassa.

Hoje, a execução é a parte que a máquina faz em minutos.

O que sobra pra gente, humanos, é a parte que a máquina não faz: pensar, conectar, criar relação.

E a melhor forma de criar relação… é criar com PESSOAS.

Pensa comigo:

1) O que o seu cliente compra ANTES de chegar em você?

2) E o que ele vai precisar DEPOIS de passar por você?

Essas duas respostas são seus parceiros no ecossistema.

Não precisa construir um “império” de 550 funcionários…

Você precisa é de uma rede em que cada peça fortalece a outra, em que o sucesso do parceiro gera demanda pra você e o seu sucesso gera demanda pro parceiro.

Sozinho, a sua empresa faz o antes, o produto e o depois, e o funil acaba.

Agora, com parceiros, um funil começa onde o outro termina e o ciclo gira (e você continua ganhando $$$)

Não é um funil que tem começo e fim. É um ciclo que se retroalimenta.

E funciona em qualquer escala: com 2 parceiros, com 5, com 50. O tamanho não importa, o que importa é o ENCAIXE.

Uma pergunta bônus do Pedro que vale você anotar:

Em que mercado você entraria hoje… se fosse com um sócio que já está lá?

(Essa pergunta, sozinha, vale uma reunião de uma hora com o seu parceiro mais estratégico.)

A peça que ninguém copia

Numa era em que qualquer pessoa gera conteúdo sobre qualquer assunto em 30 segundos com um prompt, a informação virou commodity.

Sabe o que NÃO virou commodity?

A sua perspectiva.

É a diferença entre "5 dicas para crescer sua newsletter" e "5 coisas que eu aprendi sobre crescer a MINHA newsletter."

O sujeito muda e, quando muda, a coisa vira insubstituível.

O Pedro usou uma frase que eu vou martelar aqui:

As pessoas NÃO querem informação sobre o seu assunto, elas querem a sua PERSPECTIVA, o seu ponto de vista e experiência sobre o assunto.

Querem saber o que você pensa, o que você viveu, o que aprendeu errando, qual é a sua visão.

Porque ninguém copia a perspectiva de outra pessoa (nem a IA).

E olha como isso se encaixa no ecossistema:

A sua perspectiva é o que torna a sua peça insubstituível na rede. Sem ela, você é uma funcionalidade que qualquer IA pode substituir. Com ela, você é o nó que conecta tudo.

O fio das últimas edições

Se você acompanhou as últimas 3 edições da Copyletter, o arco fecha aqui:

Na #116, te mostrei que você não precisa de um milhão de seguidores… precisa de mil fãs de verdade, na SUA lista. (Leia aqui: Você NÃO precisa de um milhão)

Na #117, te mostrei que a newsletter é o veículo perfeito pra construir confiança e mudar crenças… e que a venda é só o efeito colateral de uma relação bem construída. (Leia aqui: Vender sem vender: a técnica que nasceu na guerra )

E hoje o ponto é: a sua newsletter não é o destino final, ela é uma PEÇA de algo maior.

A newsletter guarda confiança, perspectiva e muda crenças; parceiro, produto e comunidade giram junto sem precisar ter o seu CNPJ

A newsletter gera confiança e perspectiva e muda crenças.

É onde você constrói confiança, mostra a sua perspectiva, educa a audiência e muda crenças. Mas o ecossistema ao redor dela não precisa ser só seu.

O parceiro que complementa o que você faz… o produto que resolve o próximo problema do seu leitor… a comunidade que amplifica a sua voz… tudo isso é ecossistema.

E nada disso precisa ser criado pela sua empresa. Ou seja, você NÃO precisa trabalhar mais para gerar mais resultados.

Você vai ver essa tendência ser cada vez mais explorada daqui em diante.

As melhores empresas dos próximos anos não vão ser as mais “disruptivas".

Vão ser as mais bem conectadas e com um ecossistema robusto.

That's it.

Até a próxima edição.

Peace ✌️

– Lucão

💡Por dentro da caverna

📩 Sobre a CopyLetter

✍️ Escrita por mim, Lucão
🤯 Bastidores reais de um copywriter que escreveu campanhas que ultrapassaram a marca de R$ 200 milhões.
🐝 Newsletter configurada e enviada pela incrível plataforma beehiiv.
🎸 Ouça a playlist oficial da CopyLetter no Spotify.

O Patrocinador Gringo desta Edição:

Graças ao beehiiv, temos a honra de contar com este patrocinador gringo que ajuda a manter a CopyLetter gratuita para você.

» Saiba mais sobre o nosso patrocinador no anúncio abaixo. 😃

How Jennifer Aniston’s LolaVie brand grew sales 40% with CTV ads

For its first CTV campaign, Jennifer Aniston’s DTC haircare brand LolaVie had a few non-negotiables. The campaign had to be simple. It had to demonstrate measurable impact. And it had to be full-funnel.

LolaVie used Roku Ads Manager to test and optimize creatives — reaching millions of potential customers at all stages of their purchase journeys. Roku Ads Manager helped the brand convey LolaVie’s playful voice while helping drive omnichannel sales across both ecommerce and retail touchpoints.

The campaign included an Action Ad overlay that let viewers shop directly from their TVs by clicking OK on their Roku remote. This guided them to the website to buy LolaVie products.

Discover how Roku Ads Manager helped LolaVie drive big sales and customer growth with self-serve TV ads.

The DTC beauty category is crowded. To break through, Jennifer Aniston’s brand LolaVie, worked with Roku Ads Manager to easily set up, test, and optimize CTV ad creatives. The campaign helped drive a big lift in sales and customer growth, helping LolaVie break through in the crowded beauty category.

Reply

Avatar

or to participate

Continue lendo

View more
caret-right